quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vamos falar de Ozzy?!

Só uma observação inicial… Acho que esse texto não terá nada a ver com grito rock, com festivais independentes ou com os shows que Lucas Santtana e Do Amor farão nesta semana em Brasília.
Os fatos são mais diretos. E menos interessantes para quase todos. Alguns meses atrás fora anunciado que Ozzy Osbourne viria a Brasília, por tudo que eu já ouvi, assisti, li e estudei (?A) sobre música e rock tratei a vinda do cara como uma espécie de obrigação! De um jeito simples: foi lindo! Foi foda! É uma pena que alguns espetáculos como esse estejam tão caros já em sua produção a ponto de isso ser revertido abusivamente ara o público. Mas é fantástico estar em um show cujos horários marcados sejam os horários executados. Aquela banda conhecida como SEPULTURA, Que começou em MG com dois irmãos, e hoje o único integrante da primeira formação é o baixista, que é tratada talvez como uma curinga para espetáculos internacionais no Brasil – sério quantas vezes vocês já viram ou pelo menos ficaram sabendo que o sepultura abriria o show de alguém – e o pior… quando eles vão pra gringa nem sempre são os headliners, na verdade quase nunca, nem o sepultura nem as bandas dos irmãos – cavalera conspiracy ou soulfly. Bem não quero ser o chato que critica o sepultura, apenas é um som que não me atrai tanto.
Pra vocês terem uma idéia, quando comecei a escrever esse texto eu nem pensava em falar do sepultura, apenas do show do Ozzy – que foi foda!
Enfim… O Sepultura mandou bem no palco, esquentou o público durante uma hora, e o Derick Green  se mostrou um tanto carismático. O show é repleto de clássicos da banda, canções com pelo menos 15 anos. Como um devido fã do Ozzy, metaleirozinho cri-cri e leitor de biografias fiquei imaginando o fantasma de Zakk Wylde desde a hora que entrei no Ginásio Nilson Nelson até o término do show do Ozzy.










E esse fantasma me trouxe novamente a impressão de longa data que me faz pensar “o que diabos há de excepcional nesse Andreas Kisser?”. Vi muita pose durante uma hora de Sepultura. E bem… podia ser o som do local…. podia ser o eclipse lunar do ano passado… Podem ser as várias horas que eu escuto jazz com joe pass e a barulheira do Sonic Youth… Mas ao observar a guitarra do Kisser me parecia que tocar sepultura era fácil, simples e que se o pedal de wah wah dele queimar durante um show ela não vai mais solar até o final da noite. De qualquer forma o Sepultura fez um bom show no prospecto de suas intenções. E o público sempre ovacionará. Sempre?!
(só para constar: assisti aos dois shows da noite ao lado de um tio/pai com meia-dúzia de guris de 12 anos impressionado com seu primeiro show de rock e ainda mais impressionados com qualquer músico que consiga tocar muito rápido – independente do que!!!)
Para quem quer saber mais ou discordar o sepultura tocou essas aí ó (e nessa ordem):

  1. Arise
  2. Refuse/Resist
  3. Dead Embryonic Cells
  4. Convicted In Life
  5. Choke
  6. Seethe (música até então do próximo disco)
  7. Troops Of Doom
  8. Septic Schizo
  9. Escape To The Void
  10. Meaningless Movements
  11. Territory
  12. Inner Self
  13. Roots Bloody Roots

Mas aí deu 21h… Kisser Paulo Jr. Derick Green e Jean Dolabella saíram do palco e a contagem para as 21h30, hora marcada pro Ozzy, foi acompanhada de um set de Ac/Dc anos 1970. Os técnicos montavam o palco e alguns detalhes eram legais de ver, alguns baldes d’água sendo posicionados pelo palco, uma mangueira de espuma que foi testada na platéia.. e um ventilador de chão no lado do palco aonde ficaria o guitarrista (hair-metal-glam-poser-hard-rock-aloka que isso hein!?)
Na pontualidade britânica as luzes se apagam e um senhor de idade, 62 anos, com sua desenvoltura visivelmente debilitada por ser quem ele é, entra no palco em passos curtos, meio encurvado com um sorriso sincero, hiper aplaudido. Cumprimenta o publico pedindo para que gritem mais – ele não pode ouvi-los… gritos, desmaios, sorrisos, choros, tatuagens tipo-tatto-de-chiclete com o nome do Ozzy, faixas, tinha de tudo. E o cara merece. Ele é o Ozzy. Então vem Bark at The Moon! Em relação a quem tocou com o Ozzy nos últimos anos essa nova banda dele são de garotos novinhos – até antes de lançar o ultimo disco “scream” ele tocava com Zakk Wylde (Black Label Society) e Mike Bordin (Faith no More).
Mas com eu disse antes – foi foda. “A próxima canção é do meu último álbum. Brasília ‘Let me Hear You Scream’”. Todos os riffs e solos são muito bem arranjados. Tudo é muito bem produzido. A platéia cantava tudo junto. Tudo. Até as falas e bordões durante e entre as músicas.
Tinha gente especial por lá. Adam Wakeman estava lá (filho do Rick, aquele tecladista psicodélico, progressivo, capaz de escrever para uma orquestra… e bem!) e sustentava as bases das canções no teclado e na guitarra. Já na terceira música lhe foi dado um momento de destaque. Executar a introdução de Mr. Crowley para uma platéia tão efervescida não é fácil, é pressão, e mais do que isso… As chances de não conseguir se ouvir ao tocar aquilo era muito grande. E Ozzy brincou com a platéia logo. A Música para ele faz todos gritarem alto o primeiro verso. Foi uma noite de clássicos. O set da atual turnê de Ozzy Osbourne é composto sumariamente das músicas do início de sua carreira solo e de músicas do Black Sabbath. E é o mesmo set para todos os shows.
A cada música Ozzy cumprimentou a platéia e pediu gritos. O show seguiu com “I don’t Know’, “Faires wear Boots” (Black Sabbath), “Suicide Solution”, “Road to Nowhere”. Então que o cara resolve falar mais ou menos isso “eu amo vocês, e agora vamos voltar um pouco mais no tempo, vamos tocar a próxima  canção chama da de ‘War Pigs’”. Se as pessoas podiam delirar mais naquele ginásio, foi isso que elas fizeram! Em corridas de passos curtos, com algumas tremedeiras às vezes, Ozzy Osbourne fez as, aproximadamente, 12 mil pessoas que lá estavam cantarem em uníssono. Na minha visão “War Pigs” é uma música conduzida unicamente pela bateria, algo que Tommy Clufetos fez bem, tecnicamente muito bem.  O jogo de luzes, a sirene, acho que parecia que tudo tinha saído da minha imaginação de como seria ver isso ao vivo. Então de volta aos anos 1980, “Shot in The Dark”, uma música que poderia ter sido composta por Gene Simmons e Paul Stanley, mas NÃO foi. E bem… como não era o Kiss ali em cima vamos deixar isso pra depois, basta dizer que enquanto o baixista Rob Nicholson pulava e girava no palco, Gus G se preparava para tomar as rédeas da situação. Ozzy aproveitou par apresentar a banda e disse “ok muito obrigado”, foi para trás do palco, dar um tempo, e a banda emendou na alucinação de “shot in the dark”. Esse momento se emendou em “Rat Sallad” também do Sabbath e recheada de solos. Até então eu tinha total antipatia por Gus G. Até por que ele estava no palco com algumas figuras um tanto mais carismáticas e estava sendo assombrado pelo fantasma de agradar tanto como Zakk Wylde – ao menos pra mim ele deveria fazer isso. Gus g fica só no palco e brinca com alguns riffs, martubações guitarrísticas e todo aquele bla bla bla… Mas o cara tem intenções de conquista o público em suas próprias facetas. Apesar de que ventilador na beira do palco pra ficar com pose galã-poser-hair-glam é foda… Mas talvez pensando em conquistar um sorriso do público Gus G resolve tocar “Brasileirinho”, em uma versão repleta de técnica, com 3216542 notas por segundo. Tá eu antipatizei com o cara e queria ver o Zakk Wylde ali, assim teria chance do Ozzy tocar ‘No More Tears’ em algum momento. O importante é que a gurizada de 12 anos ao meu lado vibrava e pensava em voz alta que queria fazer isso da vida, tocar guitarra, solar rápido e talz… Não que eu queira mais guitarristas no mundo… mas se eles se encaminharem pro rock e depois até estudarem outras vertentes podemos ter mais uma leva de bons músicos por aí…
Falando em músicos qual é o melhor amigo do músico? O baterista! Hahahah. Ok piadas a parte.
O Clufatos volta pra bateria, brinca um pouco com o Gus G e este sai… agora é a hora da bateria. Cara eu adoro bateria, acho um instrumento essencial e que demanda muito estudo, assim como todos os outros também demandam – tenta tocar harpa, é foda… mas eu não consigo entender o que as pessoas tanto vibram num solo de bateria. O Clufatos fez isso… e geral delira… vai saber né…
Ele começou rápido, aí ele fez muito rápido, depois ele fez mais rápido, ei ele começou oi pedal duplo, aí duplicou a velocidade do pedal, tudutudutudutudu PÁ tudutudu TIS TUDU TIS PÁ PÁ TIS TUDU TIS TIS pá pit pá pit dudududu Du Du Dudu pá PIS PIS… aí ele diminuiu a velocidade e os guris de 12 anos estavam boquiabertos, bem o metal precisa de bateristas assim… De repente eles viram um desses caras…
Mas aí a banda voltou pro palco… Aproveitando a condução de “Rat Sallad” Ozzy Volta e vem um dos momentos mais delirantes da noite… né? Claro… o cara canta IRON MAN!! Cara isso foi lindo… como todo roqueiro roupinha-de-couro, uma das primeiras músicas que eu tirei na guitarra na minha vida foi Iron Man. Isso no milênio passado, quando eu era uma desses guris de 12 anos que esperava louco para ver ao vivo um Metallica, um Black Sabbath, um Iron Maiden, um Prot(o), o guns e o red hot também… Então eu fiz um terceira guitarra (imaginária) para acompanhar o Gus G e Adam Wakeman, afinal tem mais de 12 anos que toco Iron Man, então me senti plenamente apto a acompanhá-los na guita enquanto as outras 12 mil pessoas cantavam com Ozzy. E pra rolar essa música dava pra sentir que o show estava perto do fim. E estava. Nesse instante a platéia já tinha sido agraciada com jatos de espuma e com as águas e os hidrolíticos que os músicos têm no palco para se reidratar. Baldes d’água e o refrão “I don’t wanna change the world, I don’t wanna the world to change me” apresentavam o que seriam o par de canções da Era Wylde de Ozzy. Após o turbilhão anos 1990 vem o final(?!) do show com o MadMan gritando – baixo se comparado ao público – ALL ABOARD HÁ HÁ HÁ  CRAZY TRAIN!! Um  dos riffs mais tocados pelos guitarristas que eu conheço dessa cidade foi o locomotiva do quase-final de uma grande noite. Nesse momento Gus G se mostrou mais autêntico em não emular Wylde ou Rhoads ou Iommi. Estranhamente no, talvez, maior clássico de Ozzy o novo guitarrista se mostrou menos “assombrado”.
“muito obrigado e boa noite, eu amo todos vocês”
“olé olé olé olê Ozzy Ozzy…”
“Perry mason!!! Perry mason! Perry Mason!!!”
“Obrigado, eu amo todos vocês, nós podemos tocar mais uma, duas, cinco. quem sabe dez canções”
Nessa hora o Gus G me decepcionou de novo pelos timbres que manteve, mas é indubitável que ouvir “Mama, I’m Comming Home’  pode mexer com as pessoas, arrepiar, levantar um isqueiro acesso, dar um gole mais forte na cerveja, acender um cigarro, não interessa, essa é uma musica feita pra ser bonita. Feita pra ser balada, feita pra emocionar durante o show. E pode acreditar… de tudo que eu vi por ali, roqueiro choram cara… mesmo quando o guitarrista toca com uns timbres errados…
Então Ozzy pega o microfone e encabeça um grito “one more song, one more song!”
O Black Sabbath é uma banda com milhares de riffs extremamente conhecidos. Se você fosse ao programa Sílvio Santos quantas notas você precisaria para reconhecer “Paranoid”? Duas?! Foi o necessário para a pista do Ginásio Nilson Nelson tremer loucamente em pulos coletivos. Os guris de 12 ano piraram. Todos piraram. Demais . Genial. Fantástico. Uma aula de história com certeza! Espero que a galera dos 12 anos comece a estudar baixo, guitarra e bateria essa semana… ou de repente viola da gambá e pandeiro… mas que estudem pra fazer o rock continuar rolando.
Só digo mais uma: é lamentável que essas produções cheguem tão caras ao Brasil, com preços tão abusivos. É lamentável também abusem também de áreas Vips, Premium e etc. Segundo o próprio produtor o show do Iron na semana passada custou R$ 3 milhões de reais e precisava de pelo menos 15 mil pessoas pra cobrir isso entre ingressos da pista e do Premium. Eu não quero terminar essa resenha defendendo apenas os shows de graça, até por que depender do Governo ou de Alguma empresa que queria abraçar totalmente o seu projeto é uma porcaria, mas algumas coisas precisam ser reavaliadas para custarem menos e receberem um público maior.
O Ozzy recebeu grande parte do público que ele merecia e deu um espetáculo extremamente satisfatório de 1h40!
  1. Back At The Moon (era Randy Rhoads)
  2. Let Me Hear You Scream (Era Gus G)
  3. Mr. Crowley (era Randy Rhoads)
  4. I Don’t Know (era Randy Rhoads)
  5. Faires Wear Boots (BLACK SABBATH)
  6. Suicide Solution (era Randy Rhoads)
  7. Road To Nowhere (era Randy Rhoads)
  8. War Pigs (BLACK SABBATH)
  9. Shot In The Dark (era Randy Rhoads)
  10. Rat Salad (BLACK SABBATH)
  11. Iron Man (BLACK SABBATH)
  12. I Don’t Want To Change The World (era Zakk Wylde)
  13. Crazy Train (era Randy Rhoads)
  14. Mama I’m Coming Home(era Zakk Wylde)
  15. Paranoid (BLACK SABBATH)
E vou aproveitar pra falar que faltou essa música hein
Ainda mais com o clima de Brasília receber um dos Bee Gees na semana que vem…
ALL ABOARD!!!
Fonte: Coletivo Esquina

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Slayer no Brasil, dois shows oficialmente confirmados


Slayer estão confirmados para tocar dois shows no Brasil, no seu "World PaintedBlood Tour 2011" programados. O primeiro show será em Curitiba "Master Hall ", em 8jun 2011 eo segundo show está programado para acontecer em São Paulo "ViaFunchal" em 09 de junho de 2011.
Confirmed south american WORLD PAINTED BLOOD TOUR 2011 dates:
Jun 2 - Movistar Arena, Santiago, Chile
Jun 3 - Polideportivo, Vina Del Mar, Chile
Jun 8 - Master Hall, Curitiba, Brazil
Jun 9 - Via Funchal, Sao Paulo, Brazil

Jun 11 - San Marcos Stadium, Lima, Peru
Jun 14 - Palacio de los Deportes, Bogota, Colombia
Jun 17 - Saprissa Stadium, San Jose, Costa Rica
Jun 19 - Banamex Theatre, Monterrey, Mexico
Jun 21 - Sports Palace, Mexico City, Mexico

For full details check out the tour dates page.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Exclusivo: Os bastidores do Big Eddie!

Big Eddie  já não é novidade pra ninguém, após duas aparições fantásticas nos shows do Rio de Janeiro e São Paulo, o boneco gigante que ficaria pronto apenas para a turnê européia, no meio do ano, deve ser usado ainda nos próximos shows na Argentina e no Chile onde serão gravadas imagens para o próximo DVD do Iron Maiden.


Algumas fotos dos bastidores da montagem do palco em São Paulo foram publicadas na internet mostrando detalhes do gigantesco boneco que chega a 8 metros de altura quando surge no palco em meio ao clássico "Iron Maiden" de 1980. Confira as fotos!


 

  

Fotos: Welington S.

FONTE: Blog Flight 666

Pela 1ª vez em Brasília, Ozzy canta clássicos da banda e da carreira solo

Existem maneiras distintas de enxergar a figura de Ozzy Osbourne. Para alguns, o cantor britânico de 62 anos é o pai de família atrapalhado do reality show The Osbournes — um seriado que jogou luz no lado mais excêntrico, cômico, dramático e, claro, afetivo de Ozzy e seus parentes.

Para outros, o ex-vocalista do Black Sabbath é uma lenda viva do rock’n’roll, um músico que ajudou a popularizar o rock pesado do começo dos anos 1970 — e, consequentemente, a fundar algumas das bases do heavy metal. Alguém cuja trajetória, tanto no Sabbath quanto na bem-sucedida carreira solo, foi marcada por excessos e escândalos. Álcool, drogas e morcegos decapitados fizeram parte de momentos conhecidos da vida do Príncipe das Trevas. Mas nada foi capaz de pará-lo.


 (Andre Vicente/Folhapress )


O Ozzy que se apresenta em Brasília hoje, pela primeira vez (às 21h30, no Ginásio Nilson Nelson), se diz longe de vícios. A não ser daquele que o move desde que começou na música. “Continuarei fazendo turnês mesmo morto!”, exclamou na entrevista coletiva realizada em São Paulo, na última sexta-feira. Ali, diante dos jornalistas, Ozzy deixou claro mais uma vez seu talento para divertir as pessoas. Com bom humor, respondeu perguntas sobre sua coluna de saúde, Dr. Ozzy (“se vocês a lerem, não levem a sério!”), a vida familiar (“em casa eu só recolho o cocô do cachorro. No rock, eu sou o rei”), recordações do Brasil (“no Rock in Rio, em 1985, toquei no maior lugar e para o maior público da minha carreira até então. A paixão dos brasileiros pela música é perceptível e eu amo tocar aqui”) e como escolhe os guitarristas para sua banda (“prefiro sempre os músicos amadores. Os jovens guitarristas querem ser campeões do mundo, não estão acomodados como os guitarristas famosos”).

Vigor
Questionado sobre quem levou a vida mais louca, ele ou o guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards (que, tal qual Ozzy, teve uma biografia lançada no ano passado), o cantor disse que não saberia responder. “Isso não é uma competição, sabe?”, emendou. Mas em comum, esses dois ícones do rock têm uma vitalidade que parece transcender suas idades. Sábado à noite, em show em São Paulo, os 30 mil fãs presentes na Arena Anhembi puderam conferir o vigor que Ozzy já tinha mostrado em Porto Alegre, onde se apresentou em 30 de março, na primeira data da turnê brasileira — que além de São Paulo e Brasília, passa ainda por Rio de Janeiro, em 7 de abril, e Belo Horizonte, dia 9.

Do momento em que surge em cena até alcançar o microfone, Ozzy lembra a figura frágil do seriado The Osbournes: um tanto corcunda e caminhando com dificuldade. Mas quando começa a cantar — e sua voz continua inconfundível, como nos discos —, ele se transforma, se agiganta diante da plateia. Ao longo de uma hora e meia, o cantor é o dono de um espetáculo que passeia por sucessos da carreira solo e cinco músicas do Black Sabbath. Do disco mais recente, Scream (2010), mostra apenas uma música (o set list foi o mesmo em Porto Alegre e São Paulo e assim deve ser também em Brasília). A banda que acompanha o cantor é formada pelos competentes Gus G. e Adam Wakeman nas guitarras (o segundo, também nos teclados), Rob Nicholson no baixo e Tommy Clufetos na bateria.

Em entrevista feita por telefone, ainda em fevereiro, Ozzy conclamou os fãs para o show: “O quanto mais loucos vocês forem, melhor!”. Mas alerta: “Loucos no sentido de diversão. Não vão matar uns aos outros!”

O repórter viajou a São Paulo a convite da produção

Ozzy Osbourne
Hoje, às 21h30, no Ginásio Nilson Nelson. Show com o cantor britânico Ozzy Osbourne. Abertura: Sepultura. Ingressos: pista premium (1º lote): R$ 500 e R$ 250 (meia); pista/cadeira: R$ 300 e R$ 150 (meia); arquibancada: R$ 240 e R$ 120 (meia). À venda pelo site www.ticketsforfun.com.br , na Central de Ingressos (piso G1 do Brasília Shopping) ou na loja Free Corner Concept (304 Sul). Não recomendado para menores de 16 anos (de 12 a 15 anos somente acompanhado pelos pais ou responsáveis).

FONTE: Correio Brasiliense

Ozzy Osbourne 2011: É hoje!



O cantor inglês Ozzy Osbourne vem ao Brasil em 2011 para uma série de cinco shows entre março e abril.

Atualmente em turnê que promove seu novo disco, "Scream", Ozzy passará por Porto Alegre (30/03), São Paulo (02/04), Brasília (05/04), Rio de Janeiro (07/04) e Belo Horizonte (09/04).

A pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners termina hoje para os shows no Rio e em São Paulo. Para os demais shows a pré-venda se iniciou ontem e vai até dia 30 deste mês, exceto por Brasília que extenderá a pré-venda até dia 1º de dezembro.

O público geral que não têm os cartões acima poderão comprar os ingressos no dia seguinte ao encerramento da pré-venda.

Veja abaixo os detalhes e preços dos shows de Ozzy Osbourne no Brasil em 2011. Todos os shows têm censura 16 anos.



BRASÍLIA

Quando: 5 de abril de 2011
Onde: Setor SRPN (Ginásio de Esportes Nilson Nelson, Asa Norte)
Quanto: R$ 120 (arquibancada), R$ 140 (pista ou cadeira), R$ 250 (1º lote de pista premium), R$ 300 (2º lote de pista premium)
Ingressos: Pela internet (a partir da meia-noite), pelo telefone 4003-0848,nos pontos de vendacredenciados (a partir das 10h) e na bilheteria oficial no Brasília Shopping (SCN, Qd. 05, Bl. A)

The Iron Maidens confirmam turnê pelo Brasil!

Após várias excursões e abrir show para diversos artistas importantes como Kiss, Danzig, Nevermore, Nightwish, Motorhead e outros, finalmente as belas garotas norte-americanas do The Iron Maidens, tributo feminino ao Iron Maiden, chegam ao Brasil.

A CP Management e a Rock Brigade Record estão agendando extensa turnê pelo país para o próximo mês de junho. Elas tem apresentação confirmada para o dia 18 de junho, no Estúdio M, em São Paulo. As cidades de Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte também devem fazer parte da excursão.

Recentemente, Kirsten “Bruce Chickinson” Rosenberg, Wanda “Steph Harris” Ortiz, Sara “Mini Murray” Marsh, Courtney “Adriana Smith” Cox e Linda “Nikki McBurrain” McDonald estiveram pela América do Sul, mas para uma rápida passagem, que bateu um recorde bem interessante. O grupo foi responsável pela venda de seis mil ingressos nas primeiras 12 horas do festival venezuelano Gillmanfest-Barquismetal 2011. Elas superaram a marca do Metallica, que vendeu cinco mil ingressos em dois dias. As Donzelas de Ferro foram a primeira banda estrangeira apenas com mulheres a se tocar na Venezuela.

Formada em 2001, The Iron Maidens se tornou uma das bandas mais populares da Califórnia e rapidamente conquistou reconhecimento internacional. Além de lindas, as integrantes da banda são eximias musicistas. A performance delas é tão fiel, que até a presença do mascote Eddie e as tradicionais coreografias fazem parte do espetáculo.


As provaveis datas da nova turnê pela América do Sul, até o momento, são:

14 de Junho @ TBA Buenos Aires - Argentina
16 de Junho @ TBA Porto Alegre
17 de Junho @ TBA Curitiba
18 de Junho @ Estúdio M, São Paulo
19 de Junho @ TBA Belo Horizonte

Serviço São Paulo
Data: Sábado 18/06/2011
Local: Estúdio EMME
Rua Pedroso de Moraes, 1036 - Pinheiros - São Paulo - SP
F: (11) 3038.2542
Abertura da casa: 18h
Bandas de Abertura: A Confirmar
The Iron Maidens 21H15MIN Pontualmente.
Censura 14 anos

Postos de Venda:
Galeria do Rock:
Die Hard (11) 3331.3978 | Mutilation (11) 3222.8253 | Paranoid (11) 3221.5297 | Animal (11) 3223.6277 | Consulado do Rock (11) 3221.7933 | Profecias (11) 3333.2364 - Moshi Moshi (11) 3331.1073 - Black Tea (11) 3331.7736

Santos: Top Shirt's - Rua Marcilio Dias, n° 9, Gonzaga - Santos. (13) 3284-9275
Santo André: Metal CDs (11) 4994.7565
Campinas: Metal Mania (19) 3203-3835
Venda pela internet (à vista ou parcelado)

Valores dos Ingressos:
Antecipado Promocional e Meia-Entrada: R$70,00
Camarote: R$ 120,00

THE IRON MAIDENS

segunda-feira, 4 de abril de 2011

ALICE COOPER: Definidos os valores de ingressos. Começa hoje a pré-venda



Começou hoje a pré venda dos shows do Alice Cooper em São Paulo e Porto Alegre. Até o dia 10, somente clientes credicard e Citibank poderão comprar com desconto de 25% e com isenção de taxa de entrega. Após o dia 10, as bilheterias serão abertas para os demais clientes. Confira os valores dos ingressos em cada cidade:

São Paulo
Data: 02/06/2011
Local: Credicard Hall
Horário: 21h30

Preços:

Camarote 1

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 400,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 300,00
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 150,00
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 200,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 150,00
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 200,00


Poltrona 1

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 400,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 300,00
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 150,00
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 200,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 150,00
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 200,00

Camarote 2

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 350,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 262,50
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 131,25
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 175,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 131,25
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 175,00

Poltrona 2

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 350,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 262,50
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 131,25
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 175,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 131,25
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 175,00

Pista

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 140,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 105,00
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 52,50
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 70,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 52,50
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 70,00


Platéia 1

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 120,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 90,00
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 45,00
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 60,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 45,00
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 60,00

Platéia 2

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 100,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 75,00
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 37,50
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 50,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 37,50
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 50,00

Platéia 3

INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 100,00
INTEIRA CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 75,00
½ ESTUD CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 37,50
½- ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 50,00
½ IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI 25% DESC     R$ 37,50
½- IDOSO CREDICARD / DINERS / CITI     R$ 50,00

Porto Alegre
Data: 31/05/2011
Local: Pepsi On Stage
Horário: 21h00

Preços:

Pista 1º lote

INTEIRA CLIENTE CRED / DINERS / CITI     R$ 90,00

Mezanino

INTEIRA CLIENTE CRED / DINERS / CITI     R$ 200,00

Camarote

INTEIRA CLIENTE CRED / DINERS / CITI     R$ 300,00

Fonte: T4F


O Liberal: Iron Maiden deixa Belém em transe!

Por FILIPE FARAON / O Liberal

'Onze mil amigos' vibraram com o show histórico do Iron Maiden, ontem de noite. Foi assim que o vocalista Bruce Dickinson descreveu o público durante a apresentação, no Cidade Folia. O auge de emoção foi durante a música 'The Trooper', com os fãs cantando junto e batendo palmas. A primeira reação de boa parte do público, quando o Iron Maiden surgiu, foi gritar e tentar registrar a imagem. As estrelas do fundo do palco - que simulam o ambiente espacial, contexto da primeira música, 'The Final Frontier', - se confundiam com as luzes de câmeras fotográficas erguidas.

Enquanto os braços iam cansando e as músicas mais conhecidas começavam a surgir, o público passava a interagir mais. Os oito minutos de atraso para o início do show - dentro da pontualidade britânica do grupo - mostraram que a apresentação não iria além das duas horas programadas, por isso era importante aproveitar cada segundo. Cada brado de 'gritem para mim, Belém', dado por Bruce Dickinson, era motivo de histeria. Os fãs cantaram em uníssono o coro de clássicos do metal como 'Number of The Beast', 'The Trooper' e 'Fear of The Dark'.

Em intervalos de músicas, o vocalista lamentou o fato de a turnê não ter tocado no Japão, por conta do terremoto que gerou tsunami devastador no país. Bruce também comemorou o fato de estar em Belém pela primeira vez, elogiou a mulher brasileira e comparou os metaleiros a uma família. 'Temos fãs em todo o mundo e, não importa a religião ou a cor, são todos irmãos', afirmou. Com alguns minutos de folga para completar as duas horas, os instrumentistas fizeram um 'jam' enquanto Bruce provocava o público só para ter uma reação ainda mais calorosa. 'Vocês já estão cansados? Vamos lá!', gritava, até o final.

O depoimento emocionado de Marquinhos Moraes, vocalista da banda Acordalice e fã de Iron Maiden, reflete um pouco o sentimento de muitos dos fãs presentes. 'Já assisti muitos shows, mas isso aqui é único. Posso viver mais 40 anos e não vou ver nada parecido, é maravilhoso', diz, e prossegue: 'Sinto orgulho do rock ‘n’ roll, tudo correndo na maior paz. Fora o nascimento das minhas quatro filhas e o meu casamento, esse foi o momento mais emocionante da minha vida', confessa o vocalista.


Banda Paraense Stress abriu a apresentação dos ingleses
O clima esteve elétrico desde uma hora antes do show de abertura. Tudo era motivo de gritaria. Desde o momento em que os instrumentos da Stress eram arrumados, o público dava o grito comum em quase todos os países latino-americanos por onde as turnês da banda inglesa passa:'olê olê olê olê, Maiden, Maiden!'. Quando a banda Stress subiu no palco, o Cidade Folia já estava lotado e em clima de muita expectativa.

A resposta do público era calorosa para tudo que Rosevelt Bala, cantor da banda, fazia, principalmente quando a bandeira do Pará foi erguida. O show transcorreu sem incidentes ou problemas com a segurança. Uma operação entre vários órgãos, desde a tarde de ontem, tratou de organizar o ambiente para o show. Guarda Municipal e Ctbel cuidaram do trânsito, Polícia Militar estava ao redor para evitar brigas e vandalismos, Secretaria Municipal de Economia (Secon) fiscalizou camelôs e proibiu a venda de bebida alcoólica, enquanto que o Detran fez blitz com bafômetro até o fim do show.

Fãs resistiram mais de 24 h na fila para assistir ao show
Fãs resistiram ao sol e chuva e esperaram mais de 24h para garantir vista privilegiada do show do Iron Maiden. A banda britânica fez apresentação histórica da 'The Final Frontier World Tour 2011' ontem à noite em Belém. A banda paraense Stress, a primeira de heavy metal brasileira, abriu a noite e fez o Cidade Folia tremer.

O show inédito na capital paraense reuniu na plateia fãs de várias cidades brasileiras e até da América Latina. Admiradores do heavy metal que vieram da região Nordeste, Roraima, Amazonas, Belo Horizonte, São Paulo até Bolívia, Equador e Guiana Francesa. Alguns chegaram a Belém no final da manhã de quinta-feira e seguiram direto para o local do show a fim de garantir os primeiros lugares da fila.

Desde o início da manhã de sexta, a celebração ao Maiden atraiu a atenção de quem passou em frente ao Cidade Folia. Grupos de fãs se organizaram para comprar comida e montar barracas para quem chegou quase 36h antes do show. Até um esquema de segurança foi montado pelos fãs para evitar furtos e roubos de ingressos. 'Tem gente (no grupo) que nem se conhece. Roqueiro se enturma na hora', disse Jefferson Silva, 38 anos, sobre a articulação dos fãs. Um esforço que ele considera irrelevante diante da recompensa de assistir ao vivo os ídolos. 


Fonte: O Liberal

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ozzy Osbourne: Coletiva de Imprensa SP

  • Ozzy Osbourne posa para fotos antes de entrevista coletiva em São Paulo (1º/04/2011)
    Ozzy Osbourne posa para fotos antes de entrevista coletiva em São Paulo (1º/04/2011)
Ozzy Osbourne conversou com jornalistas na tarde desta sexta-feira (1º) em entrevista coletiva --transmitida ao vivo pelo UOL-- em São Paulo para falar sobre a atual turnê brasileira e os mais de 40 anos de carreira.
O cantor está no país para mostrar em cinco shows a turnê que promove o disco "Scream", de 2010. Ozzy se apresentou em Porto Alegre na última quarta-feira (30) e canta ainda em São Paulo (2), Brasília (5), Rio de Janeiro (7) e Belo Horizonte (9).
Com mais de 40 anos de carreira, Ozzy declarou que sempre haverá lugar para o rock, e não sabe quem vai substituir a geração de roqueiros veteranos da qual faz parte. "Não acho que Justin Bieber estará por aí daqui a 40 anos", brincou. Se depender do Príncipe das Trevas, o ídolo teen canadense não estará entre os substitutos. "Não ouço Justin Bieber", respondeu quando perguntado sobre que nomes novos ele acompanha.
A única artista nova lembrada por Ozzy foi Lady Gaga, mas, para o cantor, "agora ela está chata demais".
Sobre o repertório dos shows no Brasil, no qual canta alguns clássicos do Black Sabbath, sucessos da carreira solo e poucas músicas do disco novo, Ozzy disse que o show tem cerca de 15 canções, e há pouco espaço para surpresas. Em Porto Alegre, apenas uma faixa de "Scream" foi incluída no setlist.Shows no Brasil
Loucura sob controle
Aos 62 anos, Ozzy Osbourne disse que não tem planos de parar de fazer turnês e lançar músicas, e lembrou de um dos maiores shows de sua vida, na primeira edição do Rock in Rio, em 1985. "Os brasileiros gostam de música, e eu amo vir ao Brasil", afirmou.
 
Conhecido por ter levado ao máximo os excessos da vida de uma estrela do rock, Ozzy reconheceu que entre os melhores momentos de sua carreira foi ter sobrevivido. "Os anos loucos foram incríveis, mas agora tenho minha loucura sob controle."
Outro bom momento na carreira, segundo o ícone do heavy metal, é ver pais e filhos juntos em seus shows. Ozzy se disse surpreso ao perceber essa mudança na plateia e ver como as pessoas ainda gostam dos shows.
Dr. Ozzy
Questionado sobre a experiência de escrever uma coluna sobre saúde em um jornal britânico, Ozzy revelou que tudo não passou de uma brincadeira com um famoso médico norte-americano que tem programa de televisão, o Dr. Oz.
De acordo com o roqueiro, esse tipo de programa mostra perguntas para as quais todo mundo tem uma resposta. "O que fazer quando não faz mais sexo com a sua mulher? Fácil", disse Ozzy. "Arrume uma namorada". "Não acredite em tudo que lê no 'Times'", afirmou sobre o jornal.

Fonte: Twitter @ozzyaovivo/ UOL

Iron Maiden a volta da donzela


por Penny Lane
31 de março, 2011





O show, marcado para as 21 horas, começou com um atraso irrisório de sete minutos. Na platéia, cerca de 12 mil pessoas assistiam maravilhadas à volta de uma das maiores bandas do Heavy Metal mundial. 


Infelizmente, como sempre faço questão de frisar, a área vip (ou pista Premium) separava mais uma vez os fãs menos abonados de seus ídolos. O som me pareceu baixo no início do show, corrigido até o final da apresentação.


A música Doctor Doctor fez a introdução de aproximadamente quatro minutos, com belas imagens nos telões, e uma iluminação “espacial” no palco. Logo surgem os integrantes e o show propriamente dito começa. 


Na minha opinião o show da turnê Final Frontier é um pouco menos robusto que o de 2009, talvez pelo set list com menos clássicos e recheado de novidades. De qualquer forma Iron é Iron e grandes espetáculos são sempre garantidos. Minha única decepção foi em relação ao mascote Eddie. Me pareceu muito "mirradinho" em relação ao da última turnê.


Durante o intervalo que antecedeu a maravilhosa Blood Brothers, o vocalista Bruce Dickson falou sobre as tragédias que ocorreram recentemente na Nova Zelândia e no Japão. Visivelmente emocionado, com a voz embargada, seguiu dizendo que não importa a religião ou a cor de cada um: “Somos todos irmãos de sangue”, completou. Me assustei quando percebi que o belíssimo solo de guitarra da música vinha das mãos de Janick Gers, o rei da firula, e não de Adrian Smith. 


Ao meu lado havia um grupo de meninos de cerca de oito ou nove anos de idade, acompanhados obviamente por um adulto. O menorzinho deles assistiu ao show montado nos ombros do que parecia ser o pai, cantando todas as músicas do Iron. Além desse grupo haviam outras tantas crianças de várias idades espalhadas pela arena.
O show durou menos de duas horas, lavando mais uma vez as almas dos milhares de fãs brasilienses e de outros estados. Ao final, Bruce prometeu nova visita em breve. Brasília é realmente a capital do metal. Que venha o Ozzy!


O set list:


- Doctor Doctor (intro by UFO)
- Satellite 15… The Final Frontier
- El Dorado
- 2 Minutes to Midnight
- The Talisman
- Coming Home
- Dance Of Death
- The Trooper
- The Wicker Man
- Blood Brothers
- When the Wild Wind Blows
- The Evil That Men Do

Fonte: Rock Brasília