segunda-feira, 29 de junho de 2015

Paul Di’Anno: "Bruce Dickinson é um grande homem e vocalista"


Paul Di’Anno resolveu fazer uma pequena homenagem para Bruce Dickinson durante o show do Architects of Chaoz no Hard Rock Festival 2015. Paul fez referência ao recente tratamento pelo qual Bruce passou para vencer um câncer na língua e desejou a pronta recuperação do vocalista do Iron Maiden: “Quero desejar saúde e felicidade a Bruce Dickinson. É um grande homem e vocalista. O desejo tudo de bom e que tenha uma ótima recuperação. Já passei por problemas graves duas vezes, então Bruce, fique bom logo, amigo”.

 

Hell Divine Nº 23: Nova edição da revista está online!


A vigésima terceira edição da revista online HELL DIVINE já está disponível, trazendo como matéria de capa a banda brasileira DR.SIN! 

Confira as demais entrevistas:
AGE OF ARTEMIS
BIO-CANCER (Grécia)
IMMORTAL GUARDIAN (Eua)
UNMASKED BRAINS
MARMOR
DRAGONHEART
COLIN MARKS (ARTISTA GRÁFICO)

Ao todo são 56 páginas, contendo diversas colunas, além de resenhas de CDs, DVDs e shows. A revista está disponibilizada em formato PDF, mas, pode ser visualizada na tela sem necessidade de download. Para fazer o download gratuito da revista, acesse o link informado abaixo.

Download da revista:

Para visualizar na tela, clique:

Contatos:

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Vendas dos ingressos para show do Pearl Jam em Brasília começam hoje

As entradas para a apresentação no Mané Garrincha variam entre R$ 125 e R$ 650

Pearl Jam durante show no Lollapalooza, no Chile

Começa nesta segunda-feira (25/5) a venda geral dos ingressos para o show do grupo Pearl Jam. A banda se apresenta em Brasília em 17 de novembro, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha (Eixo Monumental). Os norte-americanos iniciam a turnê da América Latina em 4 de novembro no Chile e seguem até dia 28, com encerramento na Cidade do México.



Os valores dos ingressos para o show na capital federal variam entre R$ 125 e R$ 650 e estão à venda na Central de Ingressos, no Brasília Shopping, e pelo site www.ticketsforfun.com.br. Eles também se apresentam em Belo Horizonte, em Porto Alegre, no Rio de Janeiro e em São Paulo, todos no mesmo mês.

Mapa do show em Brasília, no Mané Garrincha

O show contará com sucessos da banda, como Last kiss e Black, e canções do álbum Lightning bolt, décimo CD de estúdio, lançado em outubro de 2013. O disco foi premiado com um Grammy e esteve em primeiro lugar no Top 200 da Billboard. O primeiro single do Lightning bolt foi a canção Sirens.

Confira os valores dos ingressos

Cadeira superior nível 4: R$ 125 (meia) e R$ 250
Cadeira intermediária nível 2: R$ 190 (meia) e R$ 380
Pista: R$ 200 (meia) e R$ 400
Cadeira inferior nível 1: R$ 225 (meia) e R$ 450
Pista Premium: R$ 325 (meia) e R$ 650

Pearl Jam
Em 17 de novembro, às 20h30, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.
Capacidade: 54.398 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.



quinta-feira, 21 de maio de 2015

KISS: 35 anos de Unmasked

(lançado em 20 de maio de 1980)

Apesar do estrondoso sucesso de “I Was Made For Lovin’ You” enquanto hit single, Dynasty não agradou boa parte dos fãs do KISS – embora tenha se tornado cult com o passar dos anos. A produção excessivamente Pop tirou o punch das músicas, que soavam um tanto quanto pasteurizadas. A turnê, conhecida como The Return Of KISS, também naufragou, com vendas bem abaixo do esperado e várias das ideias iniciais do espetáculo sendo abortadas, devido aos altos custos ou simplesmente a impossibilidade de serem realizadas a contento. Isso acabou deixando o clima interno ainda pior do que já era anos antes, especialmente da parte do baterista Peter Criss, cada vez mais afundado em seus vícios e comprometendo na performance ao vivo.

Apesar dos pesares, se os fãs esperavam que a banda retomaria seu rumo na estrada do Rock And Roll no próximo disco, a decepção foi grande. Unmasked é ainda mais Pop, chegando às raias do irritante em vários momentos, especialmente pela presença de teclados além da conta. Nem mesmo as composições de Ace Frehley, que salvaram o play anterior em termos de peso, escaparam dos tentáculos de Vini Poncia, que tratou de deixar tudo o mais acessível que poderia às massas – lembrem/saibam que, a essa altura, o KISS havia deixado de ser uma mera banda para se transformar em um fenômeno popular, que atraía famílias a suas aparições. Algumas boas ideias podem ser ouvidas espaçadamente, mas muito pouco para quem ofereceu petardos como toda a discografia de 1974 até 1977.



Internamente, o relacionamento com Peter ficou insustentável. O baterista foi afastado antes mesmo do início das gravações e só apareceu na capa (uma das mais legais da discografia da banda, ressalte-se) por motivações contratuais. Assim como em Dynasty, Anton Fig assumiu a função em estúdio. A mesma situação fez com que ele participasse das filmagens do clipe para “Shandi”, primeiro single. Ali foi a última vez que a formação original se reuniu até o MTV Unplugged, quinze anos mais tarde. A canção, com sua bela melodia, teve bom desempenho nas paradas, especialmente na Oceania, o que faria com que a banda rumasse para lá no final do ano, já que o mercado americano não se apresentava nada convidativo, considerando o KISS algo ultrapassado – sim, seis anos após o primeiro disco!

No meio tempo, após uma concorrida série de audições, Eric Carr foi escolhido como novo integrante. O baterista acabou adotando a maquiagem da raposa e se mostrou um músico bem mais ligado ao Rock em comparação a Criss, que tinha bastante influência de big bands – o que muitos não gostavam, mas que deu um toque diferenciado nos primórdios – em seu estilo. Posteriormente, singles para “Talk To Me” (cantada por Ace e uma das preferidas dos fãs) e “Tomorrow” também foram lançados, a segunda apenas fora dos Estados Unidos. Gene Simmons não teve nenhuma de suas músicas usada promocionalmente. Sintomático, já que o Demon acabou colocando no tracklist, entre outras coisas, “You’re All That I Want”, composta em homenagem a Cher, com uma letra que jamais se imaginaria ter saído de sua cabeça.



Unmasked ganhou disco de ouro em território americano, mas seus melhores resultados em termos de números nos charts aconteceram fora dali. Destaques para o número 1 na Nova Zelândia e Noruega. Após apenas um show em Nova York, para apresentar Eric Carr aos fãs, o KISS rumou à Europa, excursionando com o então emergente Iron Maiden como atração de abertura. Posteriormente, a já citada passagem pela terra dos cangurus, onde foram recebidos com direito a comoção popular, festas em navios e públicos gigantescos. O momento foi registrado em vídeo e traz a única oportunidade de vermos Ace e Eric tocando juntos, em uma formação que prometia bastante, mas não teve tempo de acontecer de verdade. Porém, ficava claro que a pegada era outra, com muito mais punch nas execuções.

Após o encerramento da excursão, o grupo rumou para o estúdio, visando um projeto que o devolveria aos anos de glória, com sonoridade totalmente Rock And Roll. Mas a megalomania de Gene e Paul fez com que a ideia fosse abandonada para a criação de mais um projeto que dividiria os fãs. Ela só seria retomada dois anos depois, já sem a presença de Frehley. Ou seja, não tivemos a possibilidade de saber o que realmente aconteceria caso este lineup tivesse realmente concentrado forças no que sabia fazer de melhor. Unmasked é um disco para completar coleção, após você ter adquirido todos os trabalhos realmente essenciais. Não faz jus ao que o KISS ofereceu ao público em sua gloriosa carreira.



Paul Stanley (vocais, guitarra)
Gene Simmons (vocais, baixo)
Ace Frehley (guitarra, vocais)
Peter Criss (bateria – apenas creditado)

Músicos convidados

Anton Fig (bateria)
Holly Knight (teclados)

01. Is That You?
02. Shandi
03. Talk To Me
04. Naked City
05. What Makes The World Go ‘Round
06. Tomorrow
07. Two Sides Of The Coin
08. She’s So European
09. Easy As It Seems
10. Torpedo Girl
11. You’re All That I Want


Fonte: Van do Halen

Para Andreas Kisser, reunião do Sepultura seria forma de enganar os fãs e a si próprio


Em entrevista à Capital Chaos TV, Andreas Kisser voltou a descartar a possibilidade de a formação clássica do Sepultura se reunir. “Respeito nosso passado, mas não estou preso nele. Vivo o presente, de maneira forte e intensa. Tenho ótimas memórias de trabalhar com Max e Igor, fizemos algo realmente especial, mas eles escolheram sair e acho que estão felizes com a opção que fizeram. As pessoas que tentam forçar uma reunião possuem esse conceito de tocarmos por dinheiro, o que não vai acontecer. Não vou enganar nossos fãs e a mim mesmo. Não vou sair de casa, deixar minha família, meus filhos e ser um palhaço no palco. Prefiro ser quem sou, você goste ou não”.

Fonte: Van do Halen

Capa do LP ao vivo do Death Angel


The Bay Calls For Blood – Live In San Francisco estará disponível em vinil dia 24 de julho. As vendas acontecem exclusivamente na mala direta da Nuclear Blast. O trabalho estará disponível em CD como bônus do DVD Thrashumentary. O tracklist traz:

01. Left For Dead
02. Fallen
03. Buried Alive
04. The Dream Calls For Blood
05. Execution/Don’t Save Me
06. Truce
07. Detonate
08. Bored
09. Caster Of Shame
10. Territorial Instinct/Bloodlust

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Helloween lança primeiro single do novo álbum.



Cradle of Filth: revelada capa do novo álbum 'Hammer Of The Witches'


O Cradle Of Filth revelou a capa de seu novo álbum, Hammer Of The Witches, que será lançado em julho via Nuclear Blast. Sucessor de The Manticore And Other Horros (2012), este é o 11º registro de estúdio da banda britânica.

"A capa foi criada pelo artista alemão Arthur Berzinsh e se trata de um luxuoso passeio através do lirismo, com base em ricos temas renascentistas", disse o vocalista Dani Filth.

As gravações do disco estão em estágio final e acontecem no Grindstone Studios em Suffolk, Inglaterra. Hammer Of The Witches marcará a entrada dos guitarristas Ashok e Richard Shaw.

Informações:

Fonte: Roadie Crew

Por que o Iron Maiden nunca tocou "Alexander The Great" ao vivo?



Perguntado em uma entrevista de rádio, há alguns anos, sobre o motivo do Iron Maiden nunca ter tocado a música "Alexander The Great" ao vivo, o vocalista Bruce Dickinson respondeu:

"Porque Adrian Smith não conseguia lembrar o solo de guitarra. Quando a canção foi originalmente escrita, o solo foi composto e gravado através de um monte de sintetizadores, e ele simplesmente não conseguiu mais descobrir a fórmula do compasso". 


Inspirada na história de Alexandre Magno (356 AC - 323 AC), o rei da Macedônia que foi o segundo maior conquistador de terras do mundo (perdendo "apenas" para Genghis Khan), a música possui um probleminha histórico. Na letra de Steve Harris consta que o exército de Alexandre O Grande não o seguiu até a Índia pois estavam cansados, mas o exército de Alexandre o seguiu sim. Eles tiveram que se retirar pois viram que vencer os indianos não seria possível. Mas isto é apenas um detalhe, que não diminui a grandeza deste épico do Iron Maiden.


Em 2009, durante a apresentação do Iron Maiden em Belo Horizonte na Somewhere Back in Time World Tour, em um certo momento do show uma faixa foi jogada em direção ao palco com os dizeres: "Iron Maiden - Toca Alexander The Great". Bruce Dickinson brincalhão como sempre, pediu alguns segundos, foi ao backstage e trouxe um pequeno instrumento de sopro no qual começou a tocar a lendária faixa nunca executada ao vivo. Mas tudo não passou de uma brincadeira. Assista no vídeo abaixo.


Fonte: ironmaiden666.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Steve Harris: caricatura na capa da Roadie Crew #195


Roadie Crew: ed. 195 traz especial com 'discos malditos'

A edição de abril da revista Roadie Crew (# 195), que estará nas bancas até o dia 10, traz conteúdo especial sobre 50 álbuns que provocaram polêmicas e chegaram a dividir as opiniões de fãs e de críticos.

Além da matéria de capa, que conta com ilustração do artista Mario Alberto, a publicação apresenta um especial com algumas das atrações que estarão no "Monsters of Rock". Entrevistas com Motörhead (Lemmy), Kiss (Gene Simmons), Primal Fear, Manowar, Yngwie Malmsteen e Black Veil Brides, além de seções exclusivas.


Ed. #195 (abril, 2015) - entrevistas:

Black Star Riders
Black Veil Brides
Dr. Sin
Kiss
Manowar
Motörhead
Primal Fear
Yngwie Malmsteen

Seções:

Cenário: José Muniz Neto (Monsters Of Rock), Tellus Terror, Primordium, Phrenesy, Eyes Of Gaia, Bruno Sutter, Lachrimatory e Higher.

Eternal Idols: Mats Olausson

Blind Ear: Blaze Bayley

Collection: Primal Fear

Background: Queensrÿche (Pt. 6)

ClassiCover: Unholy (Kiss/Black Veil Brides)

Lado B+: Yngwie Malmsteen

Playlist: Michael Vescera

Hidden Tracks: TT Quick

ClassiCrew 75: Kiss - Dressed To Kill

ClassiCrew 85: Accept - Metal Heart

ClassiCrew 95: Motörhead - Sacrifice

ClassiCrew 05: Judas Priest - Angel Of Retribution

Profile: Nick Souza (Hatriot)

Live Evil: Sonata Arctica, Epica & Dragonforce

Pôster: Ozzy Osbourne

Para adquirir pelo site acesse - http://www.roadiecrew.com/anteriores.phpou

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quinta-feira, 2 de abril de 2015

PROJETO PÍLULAS, DIA 4 DE ABRIL, ABRE TEMPORADA 2015 DO PORÃO



Para quem estava com saudades do Porão do Rock, a novidade é que o antigo projeto Pílulas Porão do Rock terá uma edição especial no dia 4 de abril (sábado), a partir das 20h, no Espaço Cultural do Minas Brasília Tênis Clube (Setor de Clubes Norte) abrindo a temporada 2015. Cinco bandas agitarão a noite: Na Lata (DF), Trampa (DF), Dead Fish (ES), DFC (DF) e Nação Zumbi (PE). Antes e nos intervalos dos shows o evento contará com som mecânico sob o comando do DJ Marcos Pinheiro (Cult 22). E até a 0h rola promoção de cerveja Budweiser a somente R$ 3.

Os ingressos antecipados, a R$ 20 (meia-entrada), estão à venda nas lojas Chilli Beans (ParkShopping, Brasília Shopping, Conjunto Nacional e Taguatinga Shopping), Abriu pro Rock (Gama Shopping, Pátio Brasil e Valparaíso Shopping), Porão Rockwear (Taguatinga, atrás do Alameda Shopping) e Central de Ingressos (Brasília Shopping, piso G2). Na bilheteria estarão a R$ 30. Confirme presença pelo Facebook: https://www.facebook.com/events/716287575161188/

O projeto Pílulas surgiu em outubro de 2007. E até novembro de 2010 realizou um total de 10 edições, sendo que nove no Arena Futebol Clube e uma na AABB. Entre as mais de 30 bandas diferentes que se apresentaram, destaques para The Hives (Suécia), Nightwish (Finlândia), Marky Ramone (EUA), Symphony X (EUA), Simbiose (Portugal), Autoramas (RJ), Cachorro Grande (RS), Cólera (SP), Krisiun (RS), Matanza (RJ), Móveis Coloniais de Acaju (DF), Supergalo (DF), Cascadura (BA), Queen Evil (SP) e a própria Nação Zumbi (PE).

SOBRE AS BANDAS

Na Lata (DF)

Na estrada desde 2006, Na Lata é uma banda brasiliense que reúne rock e música eletrônica em estilos como dubstep, breakbeat, drum and bass e hip hop. Essa combustão sonora pode ser conferida no CD de estreia, Universo Coletivo, lançado em 2012. O disco conta com duas participações especiais: Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos), na música Algo Incerto, e Vitor Isensee (Forfun) em Possibilidades. Em sua formação estão Rubens_RBK (voz, sintetizador e guitarra), Juliano Corrêa (voz, sintetizador e guitarra), Zeh_Vargas (baixo e voz) e Felipe Alonso (bateria e samplers). Tocou duas vezes no Festival Porão do Rock (2009 e 2013). Mais informações: www.bandanalata.com.br

Trampa (DF)

Formada em 2006, a banda Trampa lançou no ano seguinte o EP Te Presenteio com a Fúria, mesmo título do álbum cheio de estreia, que saiu em 2008. No mesmo ano gravou na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional o DVD ao vivo Trampa Sinfônica acompanhada pela Orquestra Camerata do Brasil, sob a regência do maestro Sílvio Barbato – e lançado oficialmente em 2009. Em 2011 passou por grandes capitais brasileiras – Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo – com o projeto Trampa Sinfônica finalizando a turnê em Brasília com mais uma apresentação na Sala Villa-Lobos. Em 2013 foi a vez do segundo CD, Causa e Efeito, gravado no Rio de Janeiro pelo produtor Rafael Ramos. No momento está entrando em estúdio para a gravação do terceiro disco. A atual formação conta com André Noblat (voz), Pedrinho “Bap” Cardoso (baixo), Rafael Maranhão e Rodrigo Vegetal (guitarras) e Arnoldo Ravizzini (bateria). Tocou quatro vezes no Festival Porão do Rock (2009, 2010, 2012 e 2014). Mais informações: www.tramparock.com.br

Dead Fish (ES)

O Dead Fish, natural da cidade de Vitória, é respeitado por sua integridade e perseverança. São 24 anos de rock como uma das bandas mais prestigiadas do underground brasileiro com oito discos de estúdio lançados, incluindo o novíssimo e independente Vitória, que está saindo neste mês de março graças a uma campanha de crowdfunding entre os fãs pela plataforma Catarse. Em cima do palco, Rodrigo Lima (voz), Rick (guitarra), Alyand (baixo) e Marcão Melloni (bateria) são pura entrega, com muita interação com a plateia como se cada apresentação fosse a última – o que está bem documentado no DVD Dead Fish 20 anos – Ao vivo no Circo Voador (2012). A isso, soma-se o texto da banda, longe de panfletarismos, mas sempre consciente e engajado. Já era assim na década 1990, quando lançaram Sonho médio (1999), clássico do punk/hardcore melódico nacional. Continuou quando estiveram na gravadora Deck Disc, onde, sem deixar as origens de lado, experimentaram outras direções sonoras. Tocou três vezes no Festival Porão do Rock (2005, 2011 e 2013). Mais informações: www.deadfishoficial.com

DFC (DF)

Formado em 1993, o DFC (Distrito Federal Caos) é uma referência da música pesada no cenário brasileiro. Conhecido no meio alternativo pelo seu hardcore rápido e empolgante, a banda brasiliense se destaca pelas letras de cunho político e sarcástico. Com apresentações em centenas de eventos por todo país, já dividiu o palco com os principais nomes do estilo em níveis nacional (Ratos de Porão, Cólera, Inocentes, Garotos Podres, Lobotomia, Armagedom e Calibre 12) e internacional – Suicidal Tendencies, Dirty Rotten Imbeciles (D.R.I.), Agnostic Front, The Exploited, Onslaught, Raw Power, Riistetyt e Sick Of It All -, entre outros. Com seis álbuns de estúdio – Tchan nan nan nan nan (1994), Igreja Quadrangular do Triângulo Redondo (1996), Sob o signo de Satã (1999), O massacre da guitarra elétrica (2002), O mal que vem para pior (2005) e o recente Sequência Animalesca de Bicudas e Giratórias (2014)–, um ao vivo, sete splits e incontáveis participações em coletâneas pelo Brasil e mundo a fora, o DFC espalhou sua barulhenta arte por todo o planeta em lançamentos fonográficos no Japão, República Tcheca, Estados Unidos, Portugal, Argentina, Colômbia, Rússia, Turquia, Alemanha, Malásia, Indonésia e Canadá. A atual formação conta com Túlio (voz), Miguel (guitarra), Leonardo (baixo) e Fabrício (bateria). Tocou cinco vezes no Festival Porão do Rock (2000, 2003, 2005, 2008 e 2012). Mais informações: www.facebook.com/dfchaos

Nação Zumbi (PE)

Foram sete anos de espera: desde o disco Fome de Tudo (2007, pela Deckdisc) que a Nação Zumbi não lançava nada novo. Em 2014 veio finalmente o homônimo oitavo álbum. Primeiro foi lançada a canção Cicatriz para download gratuito no site Natura Musical. Depois, o disco Nação Zumbi foi disponibilizado no Youtube pela própria banda. Durante o grande hiato, seus integrantes se dedicaram a outras atividades, como o grupo Los Sebosos Postizos, que faz versões de Jorge Ben. Em 2012 saiu o DVD Ao Vivo em Recife, da Nação. Na ativa desde 1991, com o genial Chico Science nos vocais, a Nação Zumbi lançou dois álbuns: Da Lama ao Caos (1994) e Afrociberdelia (1996) que se tornaram clássicos do rock nacional. A mistura de maracatu e rock mudou todo o cenário pernambucano e nacional e fundou, juntamente com o Mundo Livre S/A, o chamado movimento manguebeat. Com a morte de Science em 1997, após acidente de carro, a banda – Jorge Du Peixe (voz e sampler), Lúcio Maia (guitarra e backing vocal), Alexandre Dengue (baixo e backing vocal), Pupillo (bateria e percussão), Gilmar Bola 8 (alfaia), Toca Ogan (percussão), Gustavo Da Lua e Ramon Lira (ambos alfaia e percussão adicional) – continuou na ativa percorrendo o Brasil e ultrapassando fronteiras. Tocou três vezes no Festival Porão do Rock (2003, 2007 e 2014). Mais informações: www.nacaozumbi.com.br



Exclusivo: Matanza dá amostra de novo disco com a fatalista “Orgulho e Cinismo”


Pior Cenário Possível tem lançamento previsto para abril 

O Matanza está preparando o sétimo álbum de estúdio da carreira, denominado Pior Cenário Possível, com lançamento previsto para abril. Nesta quarta, 1º, eles dão mais uma amostra do novo trabalho com o clipe da faixa “Orgulho e Cinismo”, lançado com exclusividade pela Rolling Stone Brasil. “Cogitar que o mundo pode acabar seria um grande exagero/ Mas, se o futuro prometido aqui chegar, há de suportar o mau-cheiro”, canta Jimmy London, com a voz rasgada, mas sem gritar. Com um tom ácido nos versos, ele sustenta a faixa que indica, possivelmente, o tema predominante de Pior Cenário Possível, dado o título do novo álbum. O clipe de “Orgulho e Cinismo” revela os integrantes do Matanza durante as gravações do próximo disco, no estúdio Tambor, e tem edição de Ligia Ramos e imagens de Felipe Diniz. Durante todo o vídeo, não são mostradas as cabeças dos músicos, e o foco está sempre em seus instrumentos – e na barba ruiva e proeminente, no caso do vocalista. Conheça “Orgulho e Cinismo” por meio de seu clipe, abaixo.



Pior Cenário Possível O sétimo álbum da carreira do Matanza será lançado pela gravadora Deck e tem produção de Rafael Ramos – que recentemente trabalhou nos últimos álbuns de Pitty, Titãs e Maglore, entre outros. Já foram divulgados vídeos para as faixas “Matadouro 18”, “O Que Está Feito, Está Feito” e “A Sua Assinatura”. O álbum – já em pré-venda – marca uma mudança na formação do grupo. O baixista China deixou o Matanza para morar no Havaí, sendo substituído por Dony “Don” Escobar. Além disso, o guitarrista antes restrito as composições Marco Donida também toca no disco, assim como Maurício Nogueira, que já integrava a banda nos shows. Pior Cenário Possível já teve capa e tracklist divulgados. Veja abaixo. 

Tracklist de Pior Cenário Possível

1 – “A Sua Assinatura” 
2 – “O Que Está Feito, Está Feito”
3 – “Matadouro 18”
4 – “A Casa em Frente ao Cemitério”
5 – “Sob a Mira”
6 – “Pior Cenário Possível”
7 – “O Pessimista”
8 – “Chance Pro Azar”
9 – “Orgulho e Cinismo”
10 – “Conversa de Assassino Serial”